No dia primeiro de Janeiro acordamos às cinco da manhã, estávamos em Parelhas e seguimos para o povoado Juazeiro para, dentre outras, cumprir uma missão muito importante: colher feijão.
O roçado foi plantado pelo pai da minha esposa, e a tarefa não era das mais peculiares para nenhum dos membros da família, a não ser para o pequeno Gabriel, que teve a oportunidade de ver a colheita do feijão de perto pela primeira vez na vida.
Pisar a terra, colher o alimento a ser consumido, caminhar pela mata, ver de perto a fauna e a flora da região constituem um exercício muito interessante para quem se propõe a viver em pequenas caixas de concreto empilhadas nas grandes cidades impermeabilizadas pelo asfalto.
Bem, o resultado da colheita não chegou a assustar nenhuma agroindústria, mas foi o suficiente para um bom almoço, servindo de acompanhamento a uma deliciosa galinha caipira. Ainda sobrou um pouco para trazer para Natal.
Esse saco ai da foto acima ficou quase cheio, uma riqueza.

